"AMAR É QUANDO A ALMA MUDA DE CASA..."
MÁRIO QUINTANA.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

DESEJO


Fogo que arde constantemente
chama que aquece mesmo ausente
Vontade de estar sem ver
Desejo de apenas ter

Pensamento que voa
flutua lentamente
tal qual folha em dias de outono
Reflete em sua leveza
um pouco do gosto e da beleza

Desejo não só violento
deliciosamente lento
vontade de fazer, de ser
apenas de querer

Desejo sem razão, sem opção
sem escolha
tal qual folha
que segue o impulso e vai

Desejo que aperta o peito
acelera os batimentos
revive os poucos momentos
cheios de nada, os sentimentos
Vazios de razão, os pensamentos

E não o impede que cresça
que desvirtue e enrubesça
que vire a cabeça
desejo inconsciente
vontade inconsequente
Tesão.

Um comentário:

carla granja disse...

OLÁ MINHA QUERIDA! ESTE POEMA TÁ MUITO LINDO,DIFERENTE,MAIS ARROJADO:) SERÁ K VAIS ESCREVER UNS POEMAS MAIS SELVAGENS:) ESPERO K SIM POIS VOU GOSTARDE LÊR. OLHA HOJE DEIXO NO MEU BLOG UM AGRADECIMENTO A TODOS VOCÊS POR TEREM TANTA PACIENCIA PARA ME ATURAREM -):=) SE KISERES VEM E DEIXA UMA PERGUNTA ,UMA CURIUSIDADE K TENHASA MEU RESPEITO K EU TE RESPONDO.
BJO LINDA.
CARLA GRANJA